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terça-feira, 31 de maio de 2011

153. Quatro nomes para o ataque do Barcelona

Pastore é dos jogadores pretendidos na Catalunha (foto AP)


O Barcelona venceu a Liga dos Campeões, mas não descansa sob os louros. O seu treinador, Pep Guardiola, já disse que gostaria de ver o plantel alargado, e é nisso que se concentra o clube, particularmente em reforçar a linha mais avançada da equipa. 

São quatro os nomes em cima da mesa, para, presumivelmente, duas vagas.
Giuseppe Rossi, do Villareal, é dos nomes mais falados, com uma troca a envolver Bojan Krkic a poder facilitar o negócio, já que o preço base do italiano ronda os 25 milhões de euros.

Da liga italiana sujem dois nomes: Alexis Sánchez, chileno da Udinese que acaba de ser eleito como o jogador da época no Cálcio, mas com clubes como Inter, Juventus ou Manchester igualmente interessados e o presidente dos italianos a dizer que o jogador «vale o mesmo que Leo Messi», é um negócio que também não se adivinha fácil; e Pastore, argentino do Palermo. O interesse não é menor, com o presidente Maurizio Zamparini a garantir que o jogador é seguido por vários clubes, lançando o Real Madrid em particular para o ar, nome que deve fazer soar os alarmes em Barcelona.

Da Ucrânia vem o último candidato, o brasileiro Wilian, do Shaktar. Já não é a primeira vez que o jogador é associado aos catalães, mas com os ucranianos a não precisarem propriamente de vender por necessidade, o negócio, ainda que o menos mediático, não será mais fácil que qualquer um dos outros.

É assim momento de reflexão em Barcelona, numa altura em que se faz uma espécie de casting para perceber quais os jogadores que melhor encaixariam no clube e no estilo de jogo da equipa, com a relação qualidade-preço a ser o factor decisivo. Para Guardiola, mais portante, no entanto, que qualidade técnica os questões financeiras, é o valor humano dos atletas, e o que podem trazer à «força do grupo». Para o técnico «isso sim, não tem preço».

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